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	<title>Comentários sobre: Movimentos sociais denunciam danos socioambientais da empresa Ypióca em ato público</title>
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	<description>CuLTuRa DiGiTaL &#38; NoVaS MíDiaS</description>
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		<title>Por: Jeovah Meireles</title>
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		<dc:creator>Jeovah Meireles</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:01:51 +0000</pubDate>
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		<description>“NOTA DE ESCLARECIMENTO:
Antonio Jeovah de Andrade Meireles, geólogo, professor universitário, venho, por meio desta, a bem da verdade, apresentar esclarecimentos referentes aos fatos articulados no processo n. 2007.01.12155-6, que corre perante a 8ª vara Criminal de Fortaleza, envolvendo minha pessoa bem assim a empresa Ypióca Agroindustrial Ltda., o que faço da forma seguinte: Em 2005, ao participar do “Primeiro Seminário contra o Racismo Ambiental”, ocorrido no Rio de Janeiro, fui convidado a desenvolver exposição sobre os conflitos socioambientais no litoral cearense em razão de minha experiência de mais de 15 anos como pesquisador dos ecossistemas e da geodinâmica do litoral e as relações desenvolvidas pelas comunidades tradicionais. Na ocasião, foi trazido à baila a situação dos índios Jenipapo-Kanindé no município de Aquiraz/CE, que há anos reclamavam uma postura mais atuante do poder público contra uma alegada degradação da Lagoa da Encantada. Foram então apresentadas informações e relatos dos próprios índios que demonstravam a necessidade de maior atenção do Poder Público com a lagoa em apreço. Esclareço, a bem da verdade, que, naquele momento, não fiz, qualquer afirmação, atribuindo à empresa Ypióca Agroindustrial Ltda. a prática de crime ambiental de qualquer natureza. A partir do referido seminário, teve início uma série de notícias jornalísticas indicando, inadequadamente, como de minha autoria denúncias de que a Ypióca estaria lançando vinhoto e outras substâncias poluentes na Lagoa da Encantada, uma vez que as informações veiculadas diziam respeito a dados obtidos de outras fontes. É preciso esclarecer que nunca tive, naquele episódio ou em qualquer outro, a intenção de macular a imagem da empresa ou de prejudicar suas atividades comerciais com a propagação de informações, cujos fatos ainda não foram devidamente esclarecidos. Reconheço que as mencionadas matérias jornalísticas tomaram uma dimensão excessiva, podendo ter causado prejuízos à empresa. Esclareço, entretanto, que jamais me posicionei como responsável em face daquelas, até mesmo porque não compactuo com práticas difamatórias ou caluniosas, sempre tendo pautado minha atividade docente e de pesquisa na ética. Espero que, diante destes necessários esclarecimentos, a empresa acate-os, pondo fim às demandas criminal e cível existentes, querendo, de igual, dar a devida publicidade à presente. Pelo exposto, pugnando pela verdade, trago os devidos esclarecimentos, à comunidade em geral no intuito de evitar distorções e maiores prejuízos, comprometendo-me a evitar qualquer outro pronunciamento formal, via internet ou qualquer outro meio de comunicação, em dissonância com o posicionamento aqui assumido, referente aos fatos alusivos a ação criminal em tela.”</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“NOTA DE ESCLARECIMENTO:<br />
Antonio Jeovah de Andrade Meireles, geólogo, professor universitário, venho, por meio desta, a bem da verdade, apresentar esclarecimentos referentes aos fatos articulados no processo n. 2007.01.12155-6, que corre perante a 8ª vara Criminal de Fortaleza, envolvendo minha pessoa bem assim a empresa Ypióca Agroindustrial Ltda., o que faço da forma seguinte: Em 2005, ao participar do “Primeiro Seminário contra o Racismo Ambiental”, ocorrido no Rio de Janeiro, fui convidado a desenvolver exposição sobre os conflitos socioambientais no litoral cearense em razão de minha experiência de mais de 15 anos como pesquisador dos ecossistemas e da geodinâmica do litoral e as relações desenvolvidas pelas comunidades tradicionais. Na ocasião, foi trazido à baila a situação dos índios Jenipapo-Kanindé no município de Aquiraz/CE, que há anos reclamavam uma postura mais atuante do poder público contra uma alegada degradação da Lagoa da Encantada. Foram então apresentadas informações e relatos dos próprios índios que demonstravam a necessidade de maior atenção do Poder Público com a lagoa em apreço. Esclareço, a bem da verdade, que, naquele momento, não fiz, qualquer afirmação, atribuindo à empresa Ypióca Agroindustrial Ltda. a prática de crime ambiental de qualquer natureza. A partir do referido seminário, teve início uma série de notícias jornalísticas indicando, inadequadamente, como de minha autoria denúncias de que a Ypióca estaria lançando vinhoto e outras substâncias poluentes na Lagoa da Encantada, uma vez que as informações veiculadas diziam respeito a dados obtidos de outras fontes. É preciso esclarecer que nunca tive, naquele episódio ou em qualquer outro, a intenção de macular a imagem da empresa ou de prejudicar suas atividades comerciais com a propagação de informações, cujos fatos ainda não foram devidamente esclarecidos. Reconheço que as mencionadas matérias jornalísticas tomaram uma dimensão excessiva, podendo ter causado prejuízos à empresa. Esclareço, entretanto, que jamais me posicionei como responsável em face daquelas, até mesmo porque não compactuo com práticas difamatórias ou caluniosas, sempre tendo pautado minha atividade docente e de pesquisa na ética. Espero que, diante destes necessários esclarecimentos, a empresa acate-os, pondo fim às demandas criminal e cível existentes, querendo, de igual, dar a devida publicidade à presente. Pelo exposto, pugnando pela verdade, trago os devidos esclarecimentos, à comunidade em geral no intuito de evitar distorções e maiores prejuízos, comprometendo-me a evitar qualquer outro pronunciamento formal, via internet ou qualquer outro meio de comunicação, em dissonância com o posicionamento aqui assumido, referente aos fatos alusivos a ação criminal em tela.”</p>
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