abr - 24 - 2010

Uma companhia involuntária

No alto do morro de uma pacata praia do litoral cearense, o vigia da Igreja lá construída não deixa nada passar despercebido. Ele protege os quatro cantos da casa do Senhor e, ao menor ruído, já está preparado para o combate. Seu nome? … Ele peregrina alegremente a cidade inteira, todos os dias, e sempre encontra uma hora para ir à praia: ver o movimento, passear pela orla e encontrar [...]

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