Antônio das Mortes é contratado para matar um novo líder cangaceiro que surge no interior do Brasil. Ele realiza sua missão, ao mesmo tempo que entra em confronto com jagunços e um velho coronel que domina a região.
Ficha Técnica
Título: O dragão da maldade contra o santo guerreiro
Título (inglês): Antonio das Mortes
Duração: 99 min
Ano: 1969
Cidade: Milagres UF(s): BA País: Brasil
Gênero: Ficção
Subgênero: Drama
Cor: Colorido
Direção: Glauber Rocha
Roteiro: Glauber Rocha
Elenco: Maurício do Valle; Odete Lara; Othon Bastos; Hugo Carvana; Jofre Soares; Lorival Pariz; Rosa Maria Penna; Emanuel Cavalcanti, Mário Gusmão; Vinícius Salvatori; Sante Scaldaferri
Produção Executiva: Zelito Viana
Direção de Produção: Demerval Novais de Carvalho e Agnaldo Azevedo
Direção Fotografia: Affonso Beato
Fotografia de Cena: Sim
Fotografia de Cena Autor: Ricardo Stein, Ronaldo Duarte
Montagem/Edição: Eduardo Escorel
Direção de Arte: Glauber Rocha, Paulo Lima e Paulo Gil Soares
Figurino: Glauber Rocha, Paulo Lima e Paulo Gil Soares
Técnico de Som Direto: Walter Goulart
Edição Som: Carlos Dela Riva e Paulo Lima
Mixagem: Carlos Dela Riva
Autor da Trilha: Marlos Nobre e o Folclore de Minas
Descrições das Trilhas: Música adicional: Walter Queirós e Sergio Ricardo “Unkrimakrimkrim”, “Ritmetrom” (Marlos Nobre), “Coirana” (Walter Queirós), “Antônio das Mortes” (Sérgio Ricardo), “Macumba de milagres” (anônimo) e “Chegada de Lampião no Inferno” (Cego de Feira).
Suporte de Captação: 35mm
Janela de projeção de película: 1:1.66
Janela de projeção de vídeo: 4×3
Classificação Indicativa: 14 anos
“O Dragão é inicialmente Antonio das Mortes, assim como São Jorge é o cangaceiro. Depois, o verdadeiro dragão é o latifundiário, enquanto o Santo Guerreiro passa a ser o professor quando pega as armas do cangaceiro e de Antonio das Mortes. Em suma, queria dizer que tais papéis sociais não são eternos e imóveis, e que tais componentes de agrupamentos sociais solidamente conservadores, ou reacionários, ou cúmplices do poder, podem mudar e contribuir para mudar. Basta que entendam onde está o verdadeiro dragão.” Glauber Rocha.




















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