Ontem, voltando da Selva de Pedras para aprazível praia do Pecém, dei uma pequena contribuição para o Diário do Nordeste sobre lixo eletrônico e a disposição de reśiduos… o resultado pode ser visto na site do DN e em PDF.
Abaixo um trecho da matéria:
Substâncias oferecem risco
O consultor em cultura digital e lixo eletrônico, Philipe Ribeiro, esclarece que os eletrodomésticos e eletroeletrônicos que costumamos ter em casa possuem alguns componentes que contêm metais pesados como chumbo, zinco e mercúrio. Nesse grupo destacam-se pilhas, baterias, televisores e peças de computadores em geral.
Se descartados nas margens de recursos hídricos que abastecem uma cidade, certamente a população sofrerá com os danos causados pela contaminação da água. Philipe alerta que os metais podem causar problemas de saúde que vão desde anemia à doenças pulmonares.
Alguns supermercados e lojas do ramo de celulares recolhem pilhas e baterias. Já computadores e demais eletrônicos em desuso, são recebidos por algumas instituições que trabalham com metarreciclagem – a reciclagem de computadores com o objetivo de ser apropriado por comunidades e movimentos sociais – e arte a partir de e-lixo – o lixo eletrônico.
Em Fortaleza, as pilhas e baterias descartadas pelos usuários podem ser recolhidas na maioria das lojas das operadoras de telefonia móvel. Já o lixo proveniente de produtos de informática e eletrônicos em geral, podem ser entregues na sede da Casa de Cultura Livre, localizada na Rua Alerta, 74, Benfica.
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