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	<title>birimbelo!com &#187; Poesia</title>
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	<description>semeando christianias, caldeirões e salés</description>
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		<title>Lágrimas e papel</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 01:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[E lágrimas caíram,
do tanto que dava
para confeccionar
um oceano&#8230;
&#62; dela.
:* p/ encurtar
a distância&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1338" title="lagrimas-de-papel" src="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2009/03/lagrimas-de-papel.jpg" alt="lagrimas-de-papel" width="122" height="82" />E lágrimas caíram,<br />
do tanto que dava<br />
para confeccionar<br />
um oceano&#8230;</p>
<p>&gt; <a href="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2009/03/tici-centro.jpg" target="_blank">dela</a>.</p>
<p>:* p/ encurtar<br />
a distância&#8230;</p>
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		<title>Azul</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 18:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<description><![CDATA[Azul&#8230;
Uma cor, alguns tons.
E não se combina
Os tons da caminhada&#8230;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Azul&#8230;<br />
Uma cor, alguns tons.<br />
E não se combina<br />
Os tons da caminhada&#8230;</p>
<p><img src="http://philipe.files.wordpress.com/2007/10/caminhando-sobre-a-agua.jpg" alt="caminhar" /></p>
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		<title>Instituto Terramar rende homenagem a Nazaré Flor</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 03:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que “possamos ter um mundo onde mulheres e homens sonhem o mesmo sonho: O SONHO DA IGUALDADE E DA PAZ”.(Nazaré Flor)
Essa frase nos dá conta da grande pessoa Nazaré Flor. Nossa camarada de luta — quer dos Povos do Sertão, quer dos Povos do Mar, mas sobretudo das difíceis causas que envolvem as mulheres — [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://philipe.files.wordpress.com/2007/10/nazareflor.jpeg" alt="Nazaré Flor" align="left" /><em>Que “possamos ter um mundo onde mulheres e homens sonhem o mesmo sonho: O SONHO DA IGUALDADE E DA PAZ”.(Nazaré Flor)</em></p>
<p>Essa frase nos dá conta da grande pessoa Nazaré Flor. Nossa camarada de luta — quer dos Povos do Sertão, quer dos Povos do Mar, mas sobretudo das difíceis causas que envolvem as mulheres — partiu dessa dimensão na madrugada desse 11 de outubro. Partiu, como é de se ver, numa época muito singular: como a Flor que trazia no nome, escolheu ficar na primavera. E dizemos ficar, porque mais do que ir, ela está incrustada no nosso coração, na nossa resistência, no exemplo que é preciso colher para poder continuar lutando sem se vergar aos ventos fortes que sopram de todos os lados, nessa difícil época para qualquer um/a, movimento ou pessoa, que se posicione contrári@ ao discurso hegemônico que emana d@s que se encontram no poder e das práticas pouco democráticas que seguem seu curso no nosso país.</p>
<p>Não custa lembrar que, poetisa de mão cheia, Nazaré concluiu seus estudos já adulta, em meio à labuta e à luta da terra. Terra que foi conquistada à custa de muito enfrentamento e que, hoje, já se vê ameaçada novamente. O Assentamento Maceió, primeiro assentamento de reforma agrária na Zona Costeira do Ceará, continua alvo da cobiça, mas no que logrou de vitória, muito tem da sua participação.</p>
<p>Não custa lembrar também que ela foi uma das 5 mulheres que foram a Beijin, na China — e disso fez tanto música quanto movimento. Membro do Movimento de Trabalhadoras Rurais do Nordeste e da Rede Latino-Americana e do Caribe de Trabalhadoras Rurais, foi incansável no movimento de mulheres.</p>
<p>Nazaré Flor é uma referência. Quem com ela teve o prazer de gozar de uma boa conversa, de seus versos, sua casa, o coqueiral imenso (ela sabia de cor cada árvore que havia no seu quintal), e, nesse espaço, pôde perceber a acuidade do seu pensamento, a perspicácia de seu raciocínio, a sensibilidade expressa não só nos poemas, como em tudo que tocou, não a deixará morrer. Porque a força com que viveu é-nos necessária! Mais que nunca, neste momento em que nos faltam exemplos a seguir. Tempo em que é preciso cultivar a delicadeza de ser, a despeito de toda a dureza com que nos deparamos hodiernamente, fruto de toda a sorte de torpezas — uma vez que mais vale confundir que esclarecer, mais vale desarticular que ser sujeito, mais vale mentir que perscrutar.</p>
<p>Contudo, se como diz a canção que tomou conta por inteiro dos movimentos sociais, no estado e no país: “pra mudar a sociedade do que jeito que a gente quer” só “participando sem medo de ser mulher” — nós aceitamos o desafio, Nazaré Flor! E te damos graça, e te rendemos homenagem, não porque você se foi, mas porque continua a nos provocar. Se rimos com a lembrança de uma mulher que, ao cantar, era tão livre que custava acompanhar ao violão, damo-nos conta de que essa liberdade é, não uma dádiva, mas uma conquista de cada dia. E ainda que sozinhas dessa voz que era uma fortaleza, seguimos cientes de contar com todo o patrimônio que você nos lega: a luta, a resistência, a ética, a beleza, a coragem, o riso, a força — a Flor!</p>
<p align="center"><strong>A poeta Nazaré</strong></p>
<p>No poema “GENTE DO MAR” Nazaré Flor, cantou a paixão de viver e lutar pela terra e pela vida na comunidade de Apiques &#8211; Assentamento Maceió _ município de Itapipoca, onde viveu e nas trilhas que percorreu como liderança do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Ceará. Prestamos nossas homenagens a esta grande mulher, que se despede hoje do nosso meio.</p>
<p align="center"><strong>Gente do Mar</strong></p>
<p> No barco da vida, veleiro das ondas do meu bravo mar,<br />
Eu levo alegria! De noite e de dia eu posso ir pescar<br />
Cortando as águas como uma gaivota bem livre a voar:<br />
de pele rosada, de mãos calejadas, sou gente do mar!<br />
Eu sou a criança que brinca na areia castelo formando,<br />
Correndo e pulando, andando no sonho de sempre crescer!<br />
Eu sou marisqueira que leva nos ombros da labuta o peso,<br />
E deseja consigo que um dia na vida terá de vencer!</p>
<p>[<a href="http://www.terramar.org.br/oktiva.net/1320/nota/62503">www</a>]</p>
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		<title>História de uma Gata</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2007 20:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
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		<description><![CDATA[Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora ou senhorio
Felino, não reconhecerás
Trecho de uma música de Enriquez/Bardotti na versão de Chico Buarque. Encontrei esse trecho no blog da Nah e a letra completa no portal Terra.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nós, gatos, já nascemos pobres<br />
Porém, já nascemos livres<br />
Senhor, senhora ou senhorio<br />
Felino, não reconhecerás</strong></p>
<p>Trecho de uma música de Enriquez/Bardotti na versão de Chico Buarque. Encontrei esse trecho no <a href="http://xanta.milharal.org/saltimbancos/?page_id=2">blog</a> da Nah e a letra completa no portal <a href="http://chico-buarque.letras.terra.com.br/letras/85973/">Terra</a>.</p>
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		<title>&quot;Sendo rima&quot;</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 05:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tô pensando agora
O que falar do Ribeiro
Ele parece bem zen
Mas leva a vida ligeiro
Ele é homem viajado
Conhece o mundo inteiro
Fá Sol Lá
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tô pensando agora<br />
O que falar do Ribeiro<br />
Ele parece bem zen<br />
Mas leva a vida ligeiro<br />
Ele é homem viajado<br />
Conhece o mundo inteiro</p>
<p align="right"><strong>Fá Sol Lá</strong></p>
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		<title>Por Vinícius&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 14:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquilo que eu ouso
Não é o que quero
Eu quero o repouso
Do que não espero.
Não quero o que tenho
Pelo que custou
Não sei de onde venho
Sei para onde vou

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aquilo que eu ouso<br />
Não é o que quero<br />
Eu quero o repouso<br />
Do que não espero.</p>
<p>Não quero o que tenho<br />
Pelo que custou<br />
Não sei de onde venho<br />
Sei para onde vou</p>
<p><a href="http://philipe.files.wordpress.com/2007/08/mosquito.gif" title="mosquito"><img src="http://philipe.files.wordpress.com/2007/08/mosquito.gif" alt="mosquito" /></a></p>
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		<title>A guerra dos redondeiros contra os compressores</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 15:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhores leiam esta história
do começo até o fim,
a gente pra viver luta
com pessoas boas e ruins,
tudo isto é pra falar
na guerra do lagostim.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="display:inline;">Senhores leiam esta história<br />
do começo até o fim,<br />
a gente pra viver luta<br />
com pessoas boas e ruins,<br />
tudo isto é pra falar<br />
na guerra do lagostim.</span></p>
<p><a href="http://birimbelo.com/cultura-livre/a-guerra-dos-redondeiros-contra-os-compressores/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>a lua de tarde</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 20:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[a lua de tarde
chuta o balde, rasga os livros
ilumina, dia claro
te ver
a brisa, a areia
a lua de tarde
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a lua de tarde<br />
chuta o balde, rasga os livros<br />
ilumina, dia claro<br />
te ver<br />
a brisa, a areia<br />
a lua de tarde</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pescando Cultura</title>
		<link>http://birimbelo.com/cultura-livre/325/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Nov 2006 11:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[Cartilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi a publicação do Ponto de Cultura &#8220;Abrindo Velas &#8211; Pescando Culturas&#8221;. O conteúdo é muito relevante e a diagramação ficou bem agradável. Recomendo.
Trecho da notícia da publicação no Terramar:
A comunidade articulou o lançamento de uma publicação que conta as lendas, tradições, cultura e história da resistência pela posse de terra do povo de Caetanos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi a publicação do Ponto de Cultura &#8220;Abrindo Velas &#8211; Pescando Culturas&#8221;. O conteúdo é muito relevante e a diagramação ficou bem agradável. Recomendo.</p>
<p><b>Trecho da notícia da publicação no <a href="http://www.terramar.org.br" target="_blank">Terramar</a>:</b></p>
<p><i>A comunidade articulou o lançamento de uma publicação que conta as lendas, tradições, cultura e história da resistência pela posse de terra do povo de Caetanos. A data escolhida foi o dia 19 de novembro, ocasião em que o ponto de cultura comemora seu primeiro ano de existência.</i></p>
<p><b>Trecho da publicação:</b><br />
<i><br />
Vem, chega pra cá.<br />
Terral já caiu e esta maré está pra peixe.<br />
Vamos lá compadre e comadre!<br />
Cala o leme, finca o mastro, Põe a tranca e abra as velas. Amarra o estais, e mete escôta, e quando passar da pedra coloque a bulina, molhe o pano para corrermos mais rápido.<br />
Nossa viagem vai começar agora.<br />
Ah! Você não esqueceu de amarrar os anzóis, não é mesmo? Nós vamos agora, enfrentar o bravío mar de Caetanos de Cima e com a linha empunhada, pescar muita cultura.<br />
Segura compadre, lá vem a onda!<br />
É a onda da cultura.<br />
Acredite você vai se molhar.<br />
Pois nela, muitas marolas virão: a da origem de um povo, de sua história, suas paisagens, danças, festejos e tradições, da luta e resistência pela posse da terra e muito mais.<br />
Se você se sentir aquebrantado, isto não é problema. Em Caetanos de Cima, você logo será benzido. E como saco vazio não se põe em pé, serviremos-lhe aquela comida típica saborosíssima. Depois, você dará uma passadinha pelo Ponto de Cultura, onde poderá dar uma apreciada no artesanato local, envolver-se-á nos sons, ritmos, melodias, cantos e repentes, mas, com certeza, deixará seduzir-se pelas Histórias de Pescador.<br />
Tudo verdade. Duvida?<br />
Você vai ver.<br />
Vem! Vem com a gente!</i></p>
<p><img src="http://blogs.metareciclagem.org/philipe/files/2006/11/pc.JPG" alt="ponto de cultura" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A poesia de e-mail</title>
		<link>http://birimbelo.com/textos/diario/a-poesia-de-e-mail/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2006 18:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Rodrigo me enviou um e-mail depois que soube que a Rádio Redonda Livre estava no ar. Achei que tinha poesia em suas frases e resolvi compartilhar aqui:
do litoral para o sertão, a comunicação é o vão
por onde os ecos ecoam
e as ondas voam
seja da praia, seja da serra seja do céu.
vamos pra frente que tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo me enviou um e-mail depois que soube que a Rádio Redonda Livre estava no ar. Achei que tinha poesia em suas frases e resolvi compartilhar aqui:</p>
<p><b>do litoral para o sertão, a comunicação é o vão<br />
por onde os ecos ecoam<br />
e as ondas voam<br />
seja da praia, seja da serra seja do céu.<br />
vamos pra frente que tem muito o que fazer, irmão!</b></p>
]]></content:encoded>
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