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	<title>birimbelo!com &#187; Cultura Livre</title>
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	<description>semeando christianias, caldeirões e salés</description>
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		<title>Como fazer um Vlog para o YouTube</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 01:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faça seu Vlog!
Tutorial sobre a produção de Vlogs (Video Blogs) para o YouTube.
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		<title>Como encontrar música e conteúdos gratuitos para usar nos seus vídeos e em outros projetos</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sites:
Creative Commons BR: http://creativecommons.org.br/
Incompetech: http://incompetech.com/
Camcorder Bandits: http://www.camcorderbandits.byethost7.com/pages/resources_mainpag.html
Internet Archive: http://www.archive.org/index.php
]]></description>
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<p><strong>Sites:</strong><br />
<em>Creative Commons BR:</em> <a href="http://creativecommons.org.br/">http://creativecommons.org.br/</a><br />
<em>Incompetech:</em> <a href="http://incompetech.com/">http://incompetech.com/</a><br />
<em>Camcorder Bandits:</em> <a href="http://www.camcorderbandits.byethost7.com/pages/resources_mainpag.html">http://www.camcorderbandits.byethost7.com/pages/resources_mainpag.html</a><br />
<em>Internet Archive:</em> <a href="http://www.archive.org/index.php">http://www.archive.org/index.php</a></p>
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		<title>Videoativismo</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 15:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Breves consideraçoes sobre o surgimento do videoativismo e seu  desenvolvimento no Brasil.
O videoativismo é tão antigo quanto a própria história do vídeo. Talvez  mais, se considerarmos as primeiras experiências estéticas e técnicas  com a imagem da TV no início da década de 60, ou ainda as influências da  produção do cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2574" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><a href="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2010/03/cmi-muie.jpg"><img class="size-medium wp-image-2574" title="CMI" src="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2010/03/cmi-muie-300x247.jpg" alt="CMI" width="300" height="247" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Centro de Mídia Independente</p></div>
<p><strong>Breves consideraçoes sobre o surgimento do videoativismo e seu  desenvolvimento no Brasil.</strong></p>
<p>O videoativismo é tão antigo quanto a própria história do vídeo. Talvez  mais, se considerarmos as primeiras experiências estéticas e técnicas  com a imagem da TV no início da década de 60, ou ainda as influências da  produção do cinema russo (Vertov) e underground, sempre paralela às  grandes produções cinematográficas. Mas o que impulsionou de forma  definitiva artistas e curiosos a utilizarem esse suporte para registrar,  projetar e experimentar outras possibilidades de uso para a imagem  eletrônica, foi o lançamento de uma câmera portátil de vídeo pela Sony, o  Portapack, em 1965 que aliado ao videoteipe (utilizado pelas grandes  emissoras de TV desde a década de 50), e ao videocassete (lançado em  1970), possibilitou a produção de videoregistros, videodocumentários e  videoarte na contramão do que a televisão veiculava comercialmente.</p>
<p>A grande maioria das propostas experimentais com a televisão e o vídeo  têm sido associadas (principalmente aqui no Brasil, onde não houve um  movimento de incentivo em relação as possibilidades da imagem  eletrônica) à videoarte. E a videoarte por sua vez, acabou absorvendo  esses trabalhos. Não se pode apontar um motivo: talvez por ser de  vanguarda e trazer o questionamento como algo inerente a sua própria  condição, talvez por apresentar a ousadia experimental de forma  marcante, ou ainda por unir essas e outras características, o fato é que  o início da história do vídeo no Brasil está dividido em dois tipos de  práticas: produção comercial (vídeos e programas de televisão produzidos  para serem veiculados em grandes corporações broadcasting) e videoarte  (produção experimental exibida para um público alternativo em galerias,  museus e festivais).</p>
<p>A história da videoarte começa oficialmente na década de 60, dentro da  proposta “tardo-dadaísta” do grupo Fluxus, que tinha entre seus  integrantes John Cage, Nam June Paik e Wolf Vostell. Esse grupo que  surgiu no final dos anos 50, produzia obras com o intuito de provocar  artistas, críticos e consumidores a questionar conceitos e categorias de  julgamento, além de se apropriar das novas tecnologias disponíveis para  elaborar happenings, performances e festivais. Foi no início daquela  década que esses artistas começaram a se interessar pela imagem da  televisão como possibilidade de intervenção estética.</p>
<p>Antes mesmo do vídeo tape ser popularizado, alguns artistas já  trabalhavam com a imagem eletrônica num processo de desorganização do  fluxo de elétrons, o que permitia a distorção de figuras na tela da TV  utilizando material magnético. Outros, mais radicais, preferiam  desconstruir o suporte por onde a informação visual chegava, ou seja, a  própria televisão. (Em 1963 a tevê já vinha sendo usada como suporte em  instalações e performances. Wolf Vostell realiza em 1961 em Paris, sua  primeira “TV Dé-Collage”, que deu origem a uma série de projetos  multimídias com performances e happenings onde a televisão era vista  como objeto de crítica social. Em 63 ele enterra publicamente, depois de  uma longa performance, um televisor remexido e destruído, todo enrolado  em arames, ligado e transmitindo imagens alteradas e transformadas da  televisão, durante o “Yam Festival – Festival de Performances em Nova  York”).</p>
<p>Ainda em 1963, <a rel="nofollow" href="http://www.paikstudios.com/">Nam June Paik</a> (um  coreano formado em História da Arte e História da Música pela  Universidade de Munique, Alemanha, que integrava o Fluxus e estudava  música eletrônica com Stockhausen), experimenta inverter os circuitos de  um aparelho receptor de tevê para perturbar a constituição das imagens  geradas por ele. Essa experiência acabou dando origem ao movimento que  revolucionaria toda a estética da arte eletrônica do século XX: a  videoarte.</p>
<p>Ao criar os Distorted TV Sets &#8211; que representam as primeiras imagens  eletrônicas não figurativas da televisão -, Paik promove uma inversão na  proposta de utilização da tevê enquanto meio de comunicação: já não se  trata apenas de comunicar, mas também de refletir e explorar as  possibilidades da emissão da informação audiovisual em sua forma mais  pura.</p>
<p>Limitados pela impossibilidade de usar as inovações tecnológicas da  época &#8211; restritas as grandes emissoras &#8211; até 1965 os artistas que  trabalhavam com a imagem eletrônica realizavam apenas interferências  diretas na tela através de imãs ou intervenções nos circuitos elétricos  dos aparelhos, em exposições, festivais, instalações e performances. Mas  com o lançamento da câmera de vídeo e do vídeo-gravador portáteis  abrem-se novas perspectivas. Ainda que suas possibilidades fossem  mínimas, o Portapak lançado pela Sony Corporation (que só permitia a  gravação da imagem em P&amp;B com fita de ½ polegada) representava uma  inovação capaz de grandes possibilidades criativas. É nesse contexto que  encontramos o primeiro registro de videoativismo, também protagonizado  por Paik. Ele comprou uma dessas câmeras que tinha acabado de ser  lançada ao mercado e gravou da janela de um táxi a chegada do Papa Paul  IV à cidade de Nova York. Em seguida ele levou a fita gravada para o  Café a Go Go, reduto de artistas e intelectuais da época. Além de  mostrar a fita recém-gravada em tempo real, ele distribuiu um manifesto  declarando que o vídeo iria revolucionar a arte e a informação.</p>
<p>Vale lembrar que ainda que os equipamentos de edição para o vídeo só  tenham sido lançados na década de 70, a facilidade e a flexibilidade de  operar a câmera e o gravador assim como a imediaticidade da exibição da  imagem, trouxeram muitos adeptos para o experimentalismo com as imagens  obtidas através do vídeo ainda na segunda metade da década de 60. Essas  pessoas buscavam novos suportes para se expressar: músicos, artistas  plásticos e cineastas do underground faziam experiências em conjunto e  isolados, eles criavam novas possibilidades com a tecnologia que chegava  ao mercado.</p>
<p>No Brasil as câmeras de vídeo portáteis chegaram no início da década de  70, trazidas por artistas de vanguarda. Assim, os primeiros trabalhos  com a imagem eletrônica produzidos aqui vão se caracterizar mais pelas  experiências com as possibilidades estéticas que esse tipo de suporte  potencializava.</p>
<p>Em outros países como nos Estados Unidos foi diferente. Ainda na década  de 70 artistas e ativistas políticos se apropriaram das novas mídias e  criaram coletivos de produção de vídeo. O TVTV Top Value Television) foi  um deles. Seus integrantes criavam documentários que eram mostrados em  estações de TV a cabo em diversas cidades do país. Posteriormente outros  coletivos com propostas semelhantes surgiram: a Paper Tiger TV e a Deep  Dish TV foram criados na década de 80 e continuam ainda hoje produzindo  e distribuindo programas sempre relacionados a assuntos polêmicos.</p>
<p>Outra proposta de videoativismo um pouco mais recente é a Free Speech  TV, considerada uma das maiores plataformas para videoativistas dos  últimos anos. A TV tem programas semanais em canais de acesso público e  24 horas via satélite na Dish Network. Ainda disponibiliza programas no  site <img title="external image extlink.gif" src="http://brasil.indymedia.org/img/extlink.gif" alt="external image extlink.gif" /><a rel="nofollow" href="http://www.freespeech.org/">http://www.freespeech.org</a> com streaming (transmissão ao vivo) e arquivos de vídeo.</p>
<p>Enquanto o videoativismo criava raízes e se consolidava nos EUA e em  alguns países da Europa, aqui no Brasil essa prática engatinhava. Foi  somente nos anos 80, com o início da popularização dos equipamentos de  captação e edição, que os primeiros grupos de videomakers começaram a  aparecer. Segundo Yvana Fechini, professora da Universidade Católica de  Pernambuco, duas produtoras se destacam nesse contexto: a Olhar  Eletrônico e TVDO (TVTudo), ambas de São Paulo.</p>
<p>Formada em 1981 por Fernando Meirelles, Paulo Morelli, Marcelo Machado,  José Roberto Salatini, Renato Barbieri e Marcelo Tas (os dois últimos  integrantes se juntaram ao grupo depois), a Olhar Eletrônico foi uma das  primeiras produtoras a incluir produção videográfica independente na TV  comercial. A proposta do grupo foi utilizar os mesmo ingredientes que  produções comerciais utilizavam para desmistificar clichês e propor  reflexões acerca do conteúdo que se consumia. Foi assim que surgiu o  histórico personagem Ernesto Varela – anti-repórter da TV &#8211; interpretado  por Marcelo Tas. Atrapalhado e ingênuo, suas reportagens buscavam uma  outra perspectiva para olhar temas polêmicos. A corrida de ouro em Serra  Pelada (Varela in Serra Pelada, 1984) e os problemas dos moradores de  rua na cidade de São Paulo (Do outro lado da sua casa, 1986), são vídeos  que desconstroem o discurso midiático das grandes redes de TV.</p>
<p>Entre outras marcas do grupo vale ressaltar algumas das históricas  intervenções – extremamente rápidas e funcionais – realizadas por Tas na  pele de Varela: “Deputado, o senhor acredita no que diz?” a pergunta  catártica que o repórter fez a Nelson Marchezan, um dos líderes do PDS  na época da sessão de votação da emenda Dante de Oliveira, em 1984  (rejeitada pela Câmara dos Deputados em 26/04/1984, embora tivesse  recebido maioria de votos a favor -298 a 65 -, insuficiente, entretanto,  para se atingir o quórum de dois terços exigido para alterações da  Constituição. Faltaram 22 votos) e ”É verdade, Senhor Maluf, que o  senhor é um ladrão?” dirigida ao então candidato da ditadura militar à  Presidência da República, são registros de intervenções que marcaram o  início da história do videoativismo no Brasil.</p>
<p>O outro grupo ativo nos anos 80 – TVDO &#8211; era formado por Tadeu Jungle,  Walter Silveira, Ney Marcondes, Paulo Priolli e Pedro Vieira. Esses  videomakers produziram o que acabou sendo chamado de “reportagens  invertidas”. Inspirados na perfomance de Glauber Rocha no programa  Abertura (1979/1980) da extinta TV Tupi, trabalharam com reportagens,  segundo o Professor da PUC Arlindo Machado, que privilegiavam aspectos  marginais ou situações paralelas ao invés do foco principal de  determinada situação, como em Quem kiss TV , 1985, um documentário que  desloca o ponto de vista do show de rock do grupo norte-americano Kiss  para a platéia &#8211; fãs e vendedores ambulantes em sua maioria.</p>
<p>Ainda na década de 80 outra experiência interessante vai marcar o  contexto audiovisual brasileiro: as TVs livres. Essas TVs não só  produziam vídeos radicais como também os exibiam fora do circuito  comercial. A TV Viva que surge em Olinda, PE em 1984, foi a primeira  televisão de rua do país direcionada a movimentos sociais. Seus  programas eram exibidos em um tipo de trio-elétrico audiovisual: um  caminhão com telão e som que visitava os bairros da periferia de Recife.  A TV Viva ainda produziu documentários para emissoras estrangeiras e  algumas coberturas jornalísticas para emissoras comerciais nacionais.</p>
<p>Em 1986 uma outra TV livre, inspirada no movimento de rádios livres que  proliferava em São Paulo, entra no ar &#8211; a TV Cubo, criada pelo mesmo  grupo que organizou a Rádio Xilik (PUC-SP). Com sinal irradiado no canal  3 em SP, antes de começar a programação seus idealizadores realizaram  uma interferência no som dos canais 2 (TV Cultura) e 4 (SBT) anunciando  sua programação: tele-humanos em geral, boa noite. Pedimos desculpas mas  estamos invadindo o ar de seu lar. Pedimos que sigam atentamente as  nossas instruções. Está entrando no ar a TV Cubo. Mude para o canal 3  para você sacar que apesar da poluição há muita vida no ar&#8221;. Em seguida  foi emitido um programa de 13 minutos, reprisado na seqüência, e um  telejornal não convencional com sátiras além de uma enquete de rua que  perguntava se você tivesse que chutar alguém, quem você chutaria?&#8221;</p>
<p>De acordo com a Professora de Comunicação da UMESP, Cecília Peruzzo, o  Rio de Janeiro também viveu experiências de transmissão livre e de rua.  Em 1990, no Dia Mundial de Prevenção da AIDS, os moradores e médicos do  Posto de Saúde da favela da Rocinha transmitiram em VHF, pela TV Canibal  um programa sobre a prevenção da AIDS. Há também referências da TV  3Antena, canal 8 que culminou com a prisão, pela Polícia Federal, das  pessoas que estavam assistindo a sua transmissão no bar Planalto, no  Flamengo. Já a TV Maxambomba, que surgiu em 1986 no Rio de Janeiro,  tinha produções mais voltadas à comunidade, realizados com a comunidade e  transmitidos dentro de uma proposta comunitária, focalizando os  trabalhos videográficos em temas de interesse popular.</p>
<p>O Videoativismo hoje no Brasil</p>
<p>A proposta desse texto é classificar as diferentes tendências do  videoativismo hoje no Brasil. De acordo com a história do vídeo, é  possível separar essas tendências em três diferentes classes. A primeira  delas está enraizada nos movimentos dos anos 70, surgidos nos EUA  através de coletivos de vídeo citados anteriormente. A produção que  caracteriza esse primeiro grupo está vinculada a uma necessidade de  utilizar as mídias para dar visibilidade a grupos e movimentos sociais  com muito pouca ou nenhuma expressão dentro da sociedade. È uma  tendência que ganhou força nos anos 80 mas permanece ainda hoje como  prática necessária para a desconstrução de discursos que promovem a  perpetuação do poder vigente. Nessa categoria podemos incluir  documentários e programas de TV realizados ainda dentro de determinados  padrões audiovisuais clássicos, com poucas inovações formais ou ousadia  discursiva.</p>
<p>Uma outra tendência é o trabalho realizado por coletivos de vídeo  através de intervenções e ação direta na rua, espaços públicos (ou  quase) e em tempo real. Nessa linha podemos inserir os trabalhos dos  videoativistas/videomakers brasileiros dos anos 80 (Marcelo Tas e o  repórter Ernesto Varela) e as Tvs livres, que provocavam intervenções no  espaço urbano criando rupturas no processo padrão de emissão e recepção  da mensagem audiovisual. Hoje esse tipo de trabalho é fato. Apresentam  possibilidades técnicas mais sofisticadas e outros espaços de difusão  (internet, escolas, festas e festivais) além da rua e da tv aberta.  Dentre os grupos que mais têm se destacado dentro desse contexto podemos  citar o MediaSana (Recife-PE) e o Feito a Mãos Belo Horizonte – MG).  Podem ser incluídos ainda dentro dessa categoria, registros de ações  transformadas em instalações (Bijari e A Revolução não será  televisionada – São Paulo), que utilizam o vídeo como elemento e/ou  suporte de registro desses atos. Todos esse grupos trabalham com uma  proposta de reciclagem de mídia que pode se dar tanto por meio da  reutilização de imagens publicadas em jornal, revistas e elevisão &#8211;  escolhidos segundo determinados critérios estabelecidos pelos grupos –  quanto por meio de captação de imagens pelo próprio coletivo que,  utilizando efeitos obtidos através de softwares específicos, podem  trabalhar possibilidades de conteúdos semânticos a partir de signos  saturados de significados.</p>
<p>Há ainda uma terceira tendência &#8211; mais agressiva e que surge com as  possibilidades de acesso à internet &#8211; formada por videoregistros, em sua  maioria gravados em manifestações, protestos e táticas de ação direta  que mostram, mais em imagens e menos em entrevistas &#8211; às vezes com um  ritmo de edição bastante sofisticado &#8211; a violência da polícia, a  repressão e a ação de movimentos de luta popular. São trabalhos  realizados em grande parte de forma intuitiva: alguns apresentam imagens  tremidas, a câmera quase sempre participa (é uma câmera subjetiva,  acompanha o olhar de quem está dentro da ação e não apenas observa) e na  edição o trabalho tende a cortes secos e o mínimo de recursos de  pós-produção (efeitos). Nessa categoria podemos incluir os vídeos  produzidos pelo <a rel="nofollow" href="http://www.midiaindependente.org/">Centro de Mídia  Independente</a> , <a rel="nofollow" href="mailto:videohackers@riseup.net">Videohackers</a> e <a rel="nofollow" href="mailto:grazi@kein.org">Sem-Sizo</a>.</p>
<p>As principais características dessa tendência incluem a instantaneidade  (os vídeos são gravados, editados e postados na internet com bastante  rapidez), simplicidade (não se busca um trabalho estético de composição  da imagem elaborado &#8211; a iluminação e o som são captados quase sempre  apenas com as possibilidades embutidas nas câmeras) e curta duração  (para o arquivo ficar leve e acessível). A proposta é mostrar  determinados acontecimentos que não costumam ser divulgados pelas  grandes corporações midiáticas e utilizar a internet também como meio de  difusão desses trabalhos, já que legalmente seria impossível utilizar a  TV de sinal aberto.</p>
<p>Todos esses trabalhos têm funcionado como depoimentos audiovisuais,  testemunhas videográficas expressas através de olhares e ouvidos  subjetivos, menos contaminados pela linguagem convencional do cinema e  da TV: as câmeras tremem e incomodam, os olhares não se fixam e  desnorteiam, os planos às vezes são longos e o tempo se arrasta, a tela  não completa a mensagem e a lógica do sistema se rompe deixando um vazio  imediato às vezes seguido de um sentimento de desorientação pela falta  de uso desse repertório.</p>
<p>Há uma geração de guerrilheiros eletrônicos invadindo a rede. São  hackers, videoativistas, bloggueiros. Estão nos países da América do  Sul, México, EUA, Europa, Ásia, África &#8211; não existe fronteira nem idioma  que não possa ser transposto ou traduzido. A informação desinformada  dos moldes padrões perambula pelas ondas eletromagnéticas, escorre entre  fios de cobre e se aloja indiscretamente na indignação de milhares de  pessoas em todos os cantos do mundo.</p>
<p>O fato é que tem um novo código surgindo daí. Aberto, livre –  generosamente possível.</p>
<p>Referências Bibliográficas:</p>
<p>AZZI, Francesca. Vídeo-arte e experimentalismo: o surgimento de uma  estética nos anos 60 e 70. Programa de Estudos de Pós-Graduação em  Comunicação e Semiótica. PUC-SP, 1995. (Dissertação de Mestrado).</p>
<p>COHEN, Renato. Performance como linguagem. SP: Perspectiva, 2002.</p>
<p>CRITICAL ART ENSEMBLE. Distúrbio Eletrônico. SP: Conrad, 2001.</p>
<p>MACHADO, Arlindo. A arte do vídeo. SP: Brasiliense, 1988.</p>
<p>HOME, Stuart. Assalto à Cultura: utopia, subversão, guerrilha na  (anti)arte do séculoXX. SP:Conrad, 1999.</p>
<p>. Máquina e Imaginário. SP: Edusp, 1996.</p>
<p>(org). Made in Brasil: três décadas de vídeo brasileiro. SP: Itaú  Cultural, 2003.</p>
<p>PERUZZO, M. K. Cecília. TV Comunitária no Brasil: Aspectos Históricos.  in <img title="external image extlink.gif" src="http://brasil.indymedia.org/img/extlink.gif" alt="external  image extlink.gif" /> <a rel="nofollow" href="http://bocc.ubi.pt/pag/peruzzo-cicilia-tv-comunitaria.html">http://bocc.ubi.pt/pag/peruzzo-cicilia-tv-comunitaria.htm</a></p>
<p><img title="external image extlink.gif" src="http://brasil.indymedia.org/img/extlink.gif" alt="external  image extlink.gif" /> <a rel="nofollow" href="http://www.lipmagazine.org/articles/featrinaldo_115_p.htm">http://www.lipmagazine.org/articles/featrinaldo_115_p.htm</a></p>
<hr />Por <a href="mailto:kitnone@yahoo.com">Kit Menezes</a> no <a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/03/310337.shtml" target="_blank">CMI Brasil</a></p>
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		<title>Destino do lixo eletrônico causa preocupação</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MetaReciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[E-lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, voltando da Selva de Pedras para aprazível praia do Pecém, dei uma pequena contribuição para o Diário do Nordeste sobre lixo eletrônico e a disposição de reśiduos&#8230; o resultado pode ser visto na site do DN e em PDF.
Abaixo um trecho da matéria:



Substâncias oferecem risco

O consultor em cultura digital e lixo eletrônico, Philipe Ribeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, voltando da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Dz0BGThxD58" target="_blank">Selva de Pedras</a> para aprazível praia do <a href="http://birimbelo.com/manchete/pecem-ce/" target="_blank">Pecém</a>, dei uma pequena contribuição para o <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=748170" target="_blank">Diário do Nordeste</a> sobre <a href="http://lixoeletronico.org/" target="_blank">lixo eletrônico</a> e a disposição de reśiduos&#8230; o resultado pode ser visto na site do <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=748170" target="_blank">DN</a> e em <a href="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2010/03/20100309dn-e-lixo.pdf">PDF</a>.</p>
<p>Abaixo um trecho da <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=748170" target="_blank">matéria</a>:</p>
<table style="text-align: left; width: 100%;" border="0" cellspacing="10" cellpadding="10">
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<tr>
<td style="background-color: #a6c307; text-align: justify;"><a href="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=420801"><img class="alignright" title="Lixo eletrônico" src="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=420801" alt="Lixo eletrônico" width="216" height="140" /></a><strong>Substâncias oferecem risco<br />
</strong><br />
O consultor em cultura digital e lixo eletrônico, Philipe Ribeiro, esclarece que os eletrodomésticos e eletroeletrônicos que costumamos ter em casa possuem alguns componentes que contêm metais pesados como chumbo, zinco e mercúrio. Nesse grupo destacam-se pilhas, baterias, televisores e peças de computadores em geral.</p>
<p>Se descartados nas margens de recursos hídricos que abastecem uma cidade, certamente a população sofrerá com os danos causados pela contaminação da água. Philipe alerta que os metais podem causar problemas de saúde que vão desde anemia à doenças pulmonares.</p>
<p>Alguns supermercados e lojas do ramo de celulares recolhem pilhas e baterias. Já computadores e demais eletrônicos em desuso, são recebidos por algumas instituições que trabalham com metarreciclagem &#8211; a reciclagem de computadores com o objetivo de ser apropriado por comunidades e movimentos sociais &#8211; e arte a partir de e-lixo &#8211; o lixo eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Fortaleza, as pilhas e baterias descartadas pelos usuários podem ser recolhidas na maioria das lojas das operadoras de telefonia móvel. Já o lixo proveniente de produtos de informática e eletrônicos em geral, podem ser entregues na sede da Casa de Cultura Livre, localizada na Rua Alerta, 74, Benfica.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://rede.metareciclagem.org/">MetaReciclagem</a>:</p>
<p><a href="http://birimbelo.com/cultura-livre/destino-do-lixo-eletronico-causa-preocupacao/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>TV Janela &#8211; 6 anos!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 18:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[TV Comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[TV Janela]]></category>

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		<description><![CDATA[Se eu tivesse que dizer, de cabeça, sobre uma experiência bem sucedida de TV Comunitária em Fortaleza promovida por um ONG, certamente não ia me esquivar de falar o nome do projeto TV Janela.
A TV Janela é um projeto do Instituto de Desenvolvimento Social que nasceu em 1999 com o objetivo de trabalhar a formação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu tivesse que dizer, de cabeça, sobre uma experiência bem sucedida de <strong>TV Comunitária</strong> em Fortaleza promovida por um ONG, certamente não ia me esquivar de falar o nome do projeto <a href="http://www.tvjanela.org.br/">TV Janela</a>.</p>
<p>A <strong>TV Janela</strong> é um projeto do <em>Instituto de Desenvolvimento Social</em> que nasceu em 1999 com o objetivo de trabalhar a formação humana para o desenvolvimento social, educacional e cultural. Já a TV nasceu em 2003 apartir da formação de uma turma de adolescentes do Bairro Planalto Ayrton Senna, após participarem de uma oficina de fotografia desenvolveram uma exposição temática intinerante pelas entidades da comunidade.</p>
<p>A <strong>primeira turma</strong> de formação em audiovisual culminou com a exibição de vídeos nas ruas da comunidade. Daí pra cá a TV Janela tem exibições com média de 6 por ano.</p>
<p>Além do <strong>vídeo</strong> abaixo, conheça o canal da TV Janela no <a href="http://www.youtube.com/user/TVJANELA">Youtube</a> <img src='http://birimbelo.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Parabéns ao Valdenor e à todos/as da <strong>TV Janela!</strong></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bJACe8cB0VU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bJACe8cB0VU&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Dona da Minha Cabeça</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 01:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[letra]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Ticianna]]></category>

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		<description><![CDATA[Dona da minha cabeça ela vem como um carnaval
E toda paixão recomeça, ela é bonita, é demais
Não há um porto seguro, futuro também não há
Mas faz tanta diferença quando ela dança, dança
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, bonita
Digo e ela não acredita, ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1325" title="tici-esq" src="http://culturalivre.org/philipe/wp-content/uploads/2009/03/tici-esq-150x150.jpg" alt="tici-esq" width="150" height="150" />Dona da minha cabeça ela vem como um carnaval<br />
E toda paixão recomeça, ela é bonita, é demais<br />
Não há um porto seguro, futuro também não há<br />
Mas faz tanta diferença quando ela dança, dança</p>
<p>Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais<br />
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, bonita<br />
Digo e ela não acredita, ela é bonita demais<br />
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, é bonita</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1324" title="tici-dir" src="http://culturalivre.org/philipe/wp-content/uploads/2009/03/tici-dir-150x150.jpg" alt="tici-dir" width="150" height="150" />Dona da minha cabeça quero tanto lhe ver chegar<br />
Quero saciar minha sede milhões de vezes, milhões de vezes</p>
<p>Na força dessa beleza é que eu sinto firmeza e paz<br />
Por isso nunca desapareça<br />
Nunca me esqueça, eu não te esqueço jamais<br />
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita demais<br />
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, bonita<br />
Digo e ela não acredita, ela é bonita demais<br />
Eu digo e ela não acredita, ela é bonita, é bonita</p>
<p style="text-align: right;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1323" title="tici-centro" src="http://birimbelo.com/wp-content/uploads/2009/03/tici-centro.jpg" alt="tici-centro" width="397" height="142" />Geraldo Azevedo</em></p>
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		<title>Ciclovida &#8211; Na estrada rumo a uma nova relação com a terra (Trailer)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 00:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovida]]></category>
		<category><![CDATA[sementes naturais]]></category>
		<category><![CDATA[transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Trailer: Ciclovida é um documentário narrativo que segue um grupo de campesinos sem terra numa viagem atravessando o continente da América do Sul de bicicleta, na campanha de resgate das sementes naturais.
Os viajantes documentam a dominação dos agrocombustíveis no campo e o deslocamento de milhões de pequenos agricultores e comunidades indígenas.
Cultivos e matas nativas estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Cg4gJszam8U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x2b405b&#038;color2=0x6b8ab6"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Cg4gJszam8U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;rel=0&#038;color1=0x2b405b&#038;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><span>Trailer: <strong>Ciclovida</strong> é um <em>documentário narrativo</em> que segue um <strong>grupo de campesinos sem terra</strong> numa viagem atravessando o continente da América do Sul de <strong>bicicleta</strong>, na <em>campanha de resgate das sementes naturais.</em></span></p>
<p>Os viajantes documentam a d<strong>ominação dos agrocombustíveis no campo</strong> e o deslocamento de milhões de <em>pequenos agricultores e comunidades indígenas.</em></p>
<p>Cultivos e matas nativas estão sendo substituídos por <strong>desertos verdes de monoculturas transgênicas</strong> onde nada mais, <em>planta ou animal</em>, pode sobreviver aos agrotóxicos.</p>
<p>Para maiores<strong> informações</strong> ou para <strong>organizar um evento </strong>com o filme em sua comunidade, ou ainda, para ser <em>membro da Equipe do Ciclovida</em>, entre em contato: matheus@ciclovida.org ou visite o site www.ciclovida.org</p>
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		<title>Campus Party 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 17:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
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		<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
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		<category><![CDATA[campuspartybr]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela segunda vez no Brasil acontecerá a Campus Party, relatada por marqueteiros e afins como o maior evento da internet mundial. Mais uma vez sediada em São Paulo e mais uma vez estarei lá. Iremos fazer mais uma vez a cobertura, em vídeo. Acompanhe através do blog: http://campusparty.culturalivre.org/
Olha como foi a abertura do ano passado:
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela segunda vez no Brasil acontecerá a Campus Party, relatada por marqueteiros e afins como o maior evento da internet mundial. Mais uma vez sediada em São Paulo e mais uma vez estarei lá. Iremos fazer mais uma vez a cobertura, em vídeo. Acompanhe através do blog: <a href="http://campusparty.culturalivre.org/" target="_blank">http://campusparty.culturalivre.org/</a></p>
<p>Olha como foi a abertura do ano passado:</p>
<p><a href="http://birimbelo.com/cultura-livre/campus-party-2009/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expresso Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 16:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa querida amiga, Cristina Diogo, inaugurando o Expresso Digital em Juazeiro do Norte/CE. O Expresso Digital é uma parceria da ONG Juriti e o Oi Futuro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa querida amiga, Cristina Diogo, inaugurando o Expresso Digital em Juazeiro do Norte/CE. O Expresso Digital é uma parceria da ONG Juriti e o Oi Futuro.</p>
<p><a href="http://birimbelo.com/cultura-livre/expresso-digital/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trecho do livro &quot;Combate nas Trevas&quot;</title>
		<link>http://birimbelo.com/cultura-livre/trecho-do-livro-combate-nas-trevas/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 23:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Philipe Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Livre]]></category>
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		<category><![CDATA[trecho]]></category>

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		<description><![CDATA[Raras vezes, assisti a exultação tão forte, quase delirante, quanto a de Genésio de Oliveira, ao lhe comunicarem a transferência para o Tiradentes. Não era sem justificação. Quatro meses de DEOPS e perversidades de alto grau não vergaram o pequeno e bravo Genésio. Por fim, ia ganhar um respiro. Filho de camponeses cearenses, este militante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Raras vezes, assisti a exultação tão forte, quase delirante, quanto a de <strong>Genésio de Oliveira</strong>, ao lhe comunicarem a transferência para o Tiradentes. Não era sem justificação. Quatro meses de DEOPS e perversidades de alto grau não vergaram o pequeno e bravo Genésio. Por fim, ia ganhar um respiro. Filho de camponeses cearenses, este militante simples, desprovido de sofisticação cultural, passou sem mácula pela prova da crueldade extrema que os homens inventaram para os homens.</em></p>
<p>Dica do <a href="http://banto.hipatia.info/">Banto</a>.</p>
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