Uma e meia da manhã: fazia pouco tempo que ela tinha dito doces sonhos – e realmente tive. Uma e meia da manhã: pé-de-cabra, arrombamento. Uma tevê e um som. Vigia da frente atento: sirene. Olheiro se assustou, abandonou os comparsas. Morador chegou e viu a alavanca. Não entrou. Gritos. “Quem é que está aí?”. “Deixa a gente ir embora, não vamos levar nada!”. “Vão embora, já!”. Seis da manhã, [...]
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